Na prática, a diferença principal está no modelo regulatório e na logística de acesso — ou seja, como o medicamento chega até o paciente e quão previsível tende a ser esse caminho.
Medicamento importado
Produzido fora do Brasil e trazido ao país para atender uma demanda específica (por exemplo, quando não há alternativa equivalente no mercado nacional). Em muitos casos, envolve etapas adicionais, documentação e um processo de importação mais detalhado, que pode ser individual, conforme a situação.
Medicamento nacionalizado
Também é fabricado no exterior, mas a empresa responsável realiza o registro e aprovação na Anvisa para que ele possa ser comercializado e distribuído no Brasil dentro do mercado local. Com isso, a distribuição costuma ser mais direta e o acesso tende a ser mais previsível.
É por isso que, ao buscar um medicamento importado, contar com assessoria especializada faz diferença: orienta sobre documentos e prazos, apresenta as melhores cotações do seu medicamento em todo o mundo e o melhor fluxo para o seu caso, com acompanhamento do início ao fim e entrega em todo o Brasil.
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