{"id":1380,"date":"2023-01-16T19:56:12","date_gmt":"2023-01-16T22:56:12","guid":{"rendered":"http:\/\/servicenterblog.institucional.ws\/?p=1380"},"modified":"2023-01-16T19:56:12","modified_gmt":"2023-01-16T22:56:12","slug":"alzheimer-novo-exame-de-sangue-especifico-pode-acelerar-diagnostico","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/servicenterblog.institucional.ws\/?p=1380","title":{"rendered":"Alzheimer: novo exame de sangue espec\u00edfico pode acelerar diagn\u00f3stico"},"content":{"rendered":"<h5 class=\"content-head__subtitle\"><em>Expectativa \u00e9 que esse teste possa substituir m\u00e9todos mais caros e invasivos e permitir a detec\u00e7\u00e3o precoce da dem\u00eancia<\/em><\/h5>\n<p>Pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, desenvolveram um novo teste capaz de identificar no sangue a neurodegenera\u00e7\u00e3o caracter\u00edstica do Alzheimer. Embora j\u00e1 existam exames de sangue capazes de detectar com precis\u00e3o anormalidades nas prote\u00ednas amiloide e tau \u2014 inclusive, um deles j\u00e1 foi\u00a0autorizado para venda no Jap\u00e3o\u00a0\u2014, a equipe afirma que o novo biomarcador supera esses testes por ser espec\u00edfico para a doen\u00e7a de Alzheimer.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"35\" data-block-id=\"4\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A expectativa \u00e9 que, uma vez validado, o teste permita um diagn\u00f3stico mais r\u00e1pido e simples da doen\u00e7a, o que permitir\u00e1 melhor triagem de participantes de testes cl\u00ednicos e o in\u00edcio de tratamentos precoces.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"45\" data-block-id=\"5\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;A utilidade mais importante dos biomarcadores sangu\u00edneos \u00e9 tornar a vida das pessoas melhor e melhorar a confian\u00e7a cl\u00ednica e a previs\u00e3o de risco no diagn\u00f3stico da doen\u00e7a de Alzheimer&#8221;, disse o autor s\u00eanior Thomas Karikari, professor assistente de psiquiatria na Universidade de Pittsburgh.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"58\" data-block-id=\"6\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O Alzheimer \u00e9 a forma mais comum de dem\u00eancia, mas o diagn\u00f3stico da doen\u00e7a continua desafiador, principalmente durante os est\u00e1gios iniciais. As diretrizes atuais recomendam a detec\u00e7\u00e3o de tr\u00eas marcadores distintos: ac\u00famulos anormais das prote\u00ednas amiloides e tau e a presen\u00e7a de neurodegenera\u00e7\u00e3o, caracterizada pela perda lenta e progressiva de c\u00e9lulas neuronais em regi\u00f5es espec\u00edficas do c\u00e9rebro.<\/p>\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Enquanto para os dois primeiros, exames de sangue confi\u00e1veis j\u00e1 est\u00e3o em desenvolvimento, detectar precisamente a neurodegenera\u00e7\u00e3o por um teste simples ainda era um desafio. Por isso, atualmente, o diagn\u00f3stico da doen\u00e7a \u00e9 feito por meio de uma combina\u00e7\u00e3o de exames que incluem imagens cerebrais e an\u00e1lise do l\u00edquido cefalorraquidiano por meio de uma pun\u00e7\u00e3o lombar.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"39\" data-block-id=\"10\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">No entanto, a pun\u00e7\u00e3o lombar \u00e9 invasiva e dolorosa e os exames de imagem cerebral s\u00e3o caros e n\u00e3o est\u00e3o amplamente dispon\u00edveis. Portanto, um exame de sangue preciso \u00e9 a mais importante arma no combate ao Alzheimer.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"38\" data-block-id=\"11\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">\u201cUm exame de sangue \u00e9 mais barato, seguro e f\u00e1cil de administrar, e pode melhorar a confian\u00e7a cl\u00ednica no diagn\u00f3stico da doen\u00e7a de Alzheimer e na sele\u00e7\u00e3o de participantes para ensaios cl\u00ednicos e monitoramento de doen\u00e7as\u201d, disse Karikari.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"48\" data-block-id=\"13\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Foi justamente esse obst\u00e1culo que a equipe americana parece ter superado. Eles desenvolveram um exame de sangue baseado em anticorpos que detecta uma forma particular de prote\u00edna tau chamada tau derivada do c\u00e9rebro, que \u00e9 espec\u00edfica para a doen\u00e7a de Alzheimer e indica a presen\u00e7a de neurodegenera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"77\" data-block-id=\"14\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Os pesquisadores ent\u00e3o validaram o exame em 600 pacientes com Alzheimer em diferentes est\u00e1gios. Os resultados, publicados na revista cient\u00edfica Brain, mostraram que os n\u00edveis da prote\u00edna se correlacionavam bem com os n\u00edveis de tau no l\u00edquido cefalorraquidiano e podiam distinguir com seguran\u00e7a a doen\u00e7a de Alzheimer de outras doen\u00e7as neurodegenerativas. Os n\u00edveis de prote\u00edna tamb\u00e9m correspondiam estreitamente \u00e0 gravidade das placas amil\u00f3ides e dos emaranhados tau no tecido cerebral de pessoas que morreram com Alzheimer.<\/p>\n<\/div>\n<div data-track-category=\"multicontent\" data-track-action=\"ultimo chunk conteudo\" data-track-noninteraction=\"false\" data-track-scroll=\"view\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"39\" data-block-id=\"15\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O pr\u00f3ximo passo \u00e9 validar o teste em uma gama mais ampla de pacientes, incluindo aqueles de origens raciais e \u00e9tnicas variadas e aqueles que sofrem de diferentes est\u00e1gios de perda de mem\u00f3ria ou outros sintomas potenciais de dem\u00eancia.<\/p>\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Fonte: O Globo Dez\/2022<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Expectativa \u00e9 que esse teste possa substituir m\u00e9todos mais caros e invasivos e permitir a detec\u00e7\u00e3o precoce da dem\u00eancia Pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, desenvolveram um novo teste capaz de identificar no sangue a neurodegenera\u00e7\u00e3o caracter\u00edstica do Alzheimer. 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