{"id":1037,"date":"2021-03-26T19:29:58","date_gmt":"2021-03-26T22:29:58","guid":{"rendered":"http:\/\/servicentermedic1.hospedagemdesites.ws\/blog\/?p=1037"},"modified":"2021-03-26T19:29:58","modified_gmt":"2021-03-26T22:29:58","slug":"26-de-marco-dia-mundial-de-conscientizacao-sobre-a-epilepsia","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/servicenterblog.institucional.ws\/?p=1037","title":{"rendered":"26 de mar\u00e7o &#8211; Dia Mundial de Conscientiza\u00e7\u00e3o sobre a Epilepsia"},"content":{"rendered":"<p>A\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/drauziovarella.uol.com.br\/doencas-e-sintomas\/epilepsia\/\">epilepsia<\/a><\/strong>\u00a0\u00e9 uma doen\u00e7a neurol\u00f3gica cr\u00f4nica caracterizada pela recorr\u00eancia de\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/drauziovarella.uol.com.br\/entrevistas-2\/crise-epiletica-entrevista\/\">crises epil\u00e9pticas<\/a><\/strong>\u00a0que podem se manifestar de formas diferentes dependendo do paciente. Cerca de 50 milh\u00f5es de pessoas t\u00eam epilepsia (dados de 2019), o que a torna uma das doen\u00e7as neurol\u00f3gicas mais comuns no mundo, segundo a OMS (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade). Vale destacar que um \u00fanico epis\u00f3dio de crise convulsiva n\u00e3o caracteriza epilepsia. Para diagnosticar a doen\u00e7a, \u00e9 necess\u00e1rio que o paciente tenha pelo menos dois epis\u00f3dios com um intervalo m\u00ednimo de 24 horas entre eles.<\/p>\n<p>Essas crises s\u00e3o manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas de uma disfun\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria de um conjunto de neur\u00f4nios \u2013 c\u00e9lulas que comp\u00f5em o c\u00e9rebro \u2013 interrompendo temporariamente a fun\u00e7\u00e3o habitual do \u00f3rg\u00e3o que acaba produzindo manifesta\u00e7\u00f5es involunt\u00e1rias tanto no comportamento, no controle muscular, na consci\u00eancia e\/ou na sensibilidade do indiv\u00edduo.<\/p>\n<h4><strong>TRATAMENTO<\/strong><\/h4>\n<p>O tratamento da epilepsia \u00e9 indicado apenas a partir da segunda crise. O uso da medica\u00e7\u00e3o tem o objetivo de bloquear as crises, eliminando a atividade anormal do c\u00e9rebro, a fim de assegurar boa qualidade de vida para o paciente.<br \/>\nO sucesso do tratamento depende fundamentalmente do paciente que precisa fazer uso regular da medica\u00e7\u00e3o por algum tempo, n\u00e3o necessariamente por toda a vida. Ele precisa entender sua condi\u00e7\u00e3o, saber que medica\u00e7\u00e3o est\u00e1 usando e quais s\u00e3o seus efeitos colaterais.<\/p>\n<h4><strong>\u00a0ORIENTA\u00c7\u00d5ES SOBRE COMO\u00a0AJUDAR ALGU\u00c9M COM CRISE EPIL\u00c9PTICA<\/strong><\/h4>\n<ul>\n<li>Coloque-a deitada e retire de perto objetos que possam lhe machucar. A \u00e1rea ao seu redor deve ficar livre;<\/li>\n<li>N\u00e3o impe\u00e7a seus movimentos. N\u00e3o a segure, n\u00e3o lhe d\u00ea tapas nem jogue \u00e1gua ou qualquer outra subst\u00e2ncia l\u00edquida;<\/li>\n<li>Proteja-lhe a cabe\u00e7a para que ela n\u00e3o bata no assoalho com os movimentos. Para isso, basta colocar um objeto macio embaixo da cabe\u00e7a, como uma almofada, para impedir que a pessoa se machuque;<\/li>\n<li>N\u00e3o insira nenhum objeto na boca da pessoa, pois isso pode feri-la ou aumentar o risco de aspira\u00e7\u00e3o de l\u00edquidos, como saliva;<\/li>\n<li>Levante seu queixo para facilitar a passagem de ar e vire-a de lado, para que ela n\u00e3o aspire\u00a0saliva ou v\u00f4mito. A regi\u00e3o da boca deve permanecer seca para facilitar a entrada de ar e evitar a aspira\u00e7\u00e3o de l\u00edquidos pelas vias a\u00e9reas. A epilepsia n\u00e3o \u00e9 transmiss\u00edvel, portanto n\u00e3o h\u00e1 problema em limpar a regi\u00e3o oral;<\/li>\n<li>Afrouxe-lhe as roupas;<\/li>\n<li>Aten\u00e7\u00e3o:\u00a0crises com dura\u00e7\u00e3o maior que cinco minutos devem ser tratadas como emerg\u00eancia m\u00e9dica, assim como as que se repetem em um intervalo de cinco minutos sem que a pessoa recupere a consci\u00eancia. Isso pode acontecer na primeira manifesta\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, quando o paciente abandona o tratamento ou mesmo quando faz uso regular das medica\u00e7\u00f5es, ou ainda como complica\u00e7\u00e3o de alguma outra doen\u00e7a associada, como uma infec\u00e7\u00e3o, por exemplo. Nesses casos, chame uma ambul\u00e2ncia;<\/li>\n<li>N\u00e3o tente proteger a\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/drauziovarella.uol.com.br\/corpo-humano\/lingua\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">l\u00edngua<\/a>\u00a0<\/strong>da pessoa, pois ela poder\u00e1 mord\u00ea-lo ou se machucar.\u00a0A cren\u00e7a popular de que \u00e9 poss\u00edvel enrolar e engolir a l\u00edngua \u00a0durante a crise n\u00e3o tem fundamento.\u00a0A\u00a0l\u00edngua \u00e9 um m\u00fasculo e, como os demais, tamb\u00e9m se contrai durante a crise. O m\u00e1ximo que poder\u00e1 acontecer \u00e9 o paciente mord\u00ea-la e feri-la, mas ela cicatrizar\u00e1 normalmente depois.\n<p>Fonte: Website Dr\u00e1uzio Varella<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A\u00a0epilepsia\u00a0\u00e9 uma doen\u00e7a neurol\u00f3gica cr\u00f4nica caracterizada pela recorr\u00eancia de\u00a0crises epil\u00e9pticas\u00a0que podem se manifestar de formas diferentes dependendo do paciente. Cerca de 50 milh\u00f5es de pessoas t\u00eam epilepsia (dados de 2019), o que a torna uma das doen\u00e7as neurol\u00f3gicas mais comuns no mundo, segundo a OMS (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade). 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